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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014

INÉRCIA - Palavra-chave tanto na JF de Penacova como na CM de Felgueiras

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Comunicado em distribuição:

Caros cidadãos de Penacova
Com o título OS IRMÃOS DE PASSOS COELHO foi publicado, há já mais de um mês, no jornal on-line LUTA POPULAR, órgão do PCTP/MRPP, um artigo que denuncia, entre outros aspectos políticos gerais, certos abusos verificados na freguesia de Penacova. É desse artigo que extraímos esta passagem:
… Em Dezembro passado, no afã de encontrar exemplos de “sucesso” nas exportações e do “milagre económico” do ministro da economia, e de ser filmado nos locais onde se estava a realizar o tal “milagre” (obtido, toda a gente sabe, à custa de um agravamento inaudito dos níveis de exploração dos trabalhadores, de fraudes no desemprego, e de muita nojeira, apesar da fugacidade e pequenez do “milagre”), [Passos Coelho] veio aqui, a Penacova, Felgueiras. Muitos lhe recusaram entrada em casa. Mas houve um que lhe abriu as portas e se sentiu inchado com a visita: o senhor Guilherme da Silva Almeida, patrão da RICAP e ex-pre-sidente da Junta de Freguesia de Penacova.
Inchado, porque recebia o seu ídolo, o seu modelo paradigmático, o seu exemplo a seguir.
Pois foi certamente na sequência do novo impulso moral proporcionado por essa visita que o patrão da RICAP, ex-presidente da junta de freguesia de Penacova, subtraindo-se às normas a que estão sujeitos os restantes fregueses de Penacova (que, quando a via pública marginada pelos muros das suas propriedades é estreita, [fazendo obras no muro] são obrigados a recuá-los para permitir o cruzamento de viaturas no local) iniciou obras numa sua propriedade [situada na Rua de Fontelas, na zona de Fróia], marginada por via pública nessas condições, reconstruindo o muro [fazendo-o totalmente novo] sem o recuar. Tal como Passos Coelho, Relvas e pandilha, ele é “especial”, as normas são para aplicar, mas só aos outros, não a ele.
A coisa, não foi imediata, teve plano, foi “bem pensada”: um poste da EDP estava colocado no interior da propriedade numa posição que marcava o local até onde deveria recuar o muro; antes de a obra começar um novo poste colocado em substituição do primeiro foi mudado para fora do muro; depois, começou a obra. Assim, do seu ponto de vista trafulha, “cumpriu”: o poste ficou fora do muro.
Ao mesmo tempo, um pouco mais à frente, um outro morador está impedido de fazer obras no muro da sua casa, se estas não contempla-rem um recuo de 2 metros do mesmo (!!). …” (In: Luta Popular online, juntamente com fotografias a mostrar a situação antes e depois de iniciada a obra).
Publicámos, divulgámos e esperámos mais de um mês.
Agora perguntamos:
A Junta de Freguesia de Penacova e o seu actual presidente, tão pronto a colher frutos de obras que nem são suas, porque é que não teve nem tem qualquer iniciativa ou palavra a dizer para impedir tal afronta?
E a Câmara Municipal de Felgueiras, porque fecha os olhos e mantém o bico calado?
Bastaria, por exemplo, a Junta interpor uma providência cautelar para suspender a obra e um juiz poder fazer executar a lei, evitando, assim, que os processos fossem corrompidos.
Mas nada aconteceu… nicles, zero.
A Junta, em vez de se colocar ao serviço do interesse colectivo, diz que não podemos fazer mais nada e até que ”precisamos todos uns dos outros”, dando a entender que a mercadagem de favores pessoais no exercício de funções públicas é uma coisa natural e aceitável. Isto prova qual é a verdadeira capacidade desta Junta para resolver os problemas da freguesia.
Provavelmente nem sequer sabe quais são as suas responsabili-dades e competências para exercutar o trabalho da função.

Novembro de 2014
Comité Distrital do Porto do PCTP/MRPP

publicado por portopctp às 14:35
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